Património

Cantil decorado com pintura a manganês (guerreiros)

LocalLisboa / Lisboa
OrigemSilves
Entidade TitularMuseu Nacional de Arqueologia (depsito)
DesignaçãoCantil decorado com pintura a manganês (guerreiros)
CronologiaSéc. XII
DescriçãoCantil em cerâmica, em estado muito fragmentado, com colo, parte do corpo, base e uma das asas mutilados. Tem forma lenticular, com duas carenas pronunciadas a marcar cada face. Foi fabricado em barro vermelho, revestido com engobe esbranquiçado, sobre o qual foram desenhados motivos a óxido de manganês. Bandas de reticulados decoram a parte do corpo onde se inseriram as asas e o gargalo. O motivo principal ostentado nos dois lados da peça é constituído por figuras humanas em trajes de guerra. Numa das faces, encontram-se duas personagens masculinas, uma delas com barba e elmo, em posição desafiante, de mãos das ancas. A outra face apresenta três figuras muito fragmentadas, a mais completa também ostentando barba e elmo. Este cantil foi encontrado em Silves.
BibliografiaAndré Bento, "Cantil. Cerâmica pintada", Portugal Islâmico. Os últimos sinais do Mediterrâneo. Catálogo de exposição, Lisboa, IPM, MNA, 1998, p. 104; Susana Gómez Martínez, "Cantil com imagens de guerreiros", Os signos do quotidiano: gestos, marcas e símbolos do Al-Ândalus. Catálogo da exposição, Mértola, Campo Arqueológico de Mértola, 2011, p. 58.
Categoria(s)Hidráulica e irrigação Utensílios
ComentariosOrigem da imagem: "Cantil com imagens de guerreiros", Os signos do quotidiano: gestos, marcas e símbolos do Al-Ândalus. Catálogo da exposição, Mértola, Campo Arqueológico de Mértola, 2011, p. 58.
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